quarta-feira, 27 de abril de 2011

Eu me sinto e por isso estou feliz. É bom ouvir o ritmo do seu coração, não acelerado e nem quase parando, aquela sensação fria, vazia de quarto trancado e eu la dentro, sozinha perdida em paginas de livros que contavam estorias vampíricas não existe mais. Aquele torpor, aquela falta de ar, as lagrimas embaçando meus olhos, minha cabeça a milhões e milhões de pensamentos em um só minuto e tudo isso porque eu entreguei minha vida. É dificil saber a hora de parar e por algum motivo em especial eu soube, eu soube parar de me matar aos poucos, quando absolutamente tudo me mandava continuar nas aflições, nas noites mal durmidas, as vezes fazendo nada, só pra estar na rua mesmo, sentindo vento na cara, fingindo achar graça de idiotas bebados, enquanto a cabeça estava em outro lugar, nem eu sei exatamente aonde, mas eu sempre estive distante, alheia, sempre estive e não estive nos lugares, mas quem se importa? afinal minha imagem estava ali, rindo, aceitando ou fingindo aceitar tudo o que todos diziam só pra não ter que ter o cansaço de debater com mentes pequenas e que achavam que aquilo ali era o auge, ate era o auge do fim!

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