Me encontro em cada lugar quente que eu posso me sentir segura. Passageira assim como as chuvas de verão. Dançando infinitamente, gozando do sabor doce que a vida tem, conhecendo corpos com linhas diferentes, inadequadas, as vezes sujas, mas eu continuo dançando.
O que seria da vida sem um pouco de insanidade, sem falta do puro e bom senso, de quem as pessoas falariam, se igualariam ou rezariam.
Eu estou meio a pernilongos que dançam no verão, eu sou sangue quente e doce no degustar deles. Faço vida ate a quem eu não gosto e me faz doer.
Eu não preciso me deitar, o sono faz as coisas ficarem irreais, eu gosto das sextas, das musicas insurnantes, das pessoas de cabeças ocas que divertem o fim de semana, de mim curtindo uma ressaca e cantando sem poder.. eu gosto de mim e da vida que escolhi.. porque não?

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