quinta-feira, 7 de julho de 2011

Ela então aceitou seu jeito de menino e quis te mostrar o outro lado. O lado que a sua janela da insegurança não o deixava ver. Viver, apenas viver e sentir. Não criando laços de momento, pois eles podem se soltar sozinhos se não forem atados com firmeza. Ela não sente pressa, também não sente vontade de deixa-lo pra la, ela esta caminhando e esta se saindo bem. A indiferença dela causa duvidas estampadas na testa dele, mas a indiferença é só uma questão de proteção. Não se fechar e nem se abrir. As atitudes diz claramente o que a boca esconde. Ela foi, ela quis, ela gostou. Pronto. Não precisa mais que isso, não precisam de palavras, palavras alimentam a alma e por enquanto o que ela quer é pele. Se aninhou no seu corpo quente, sem sobra de carne nos lugares exatos e adormeceu.

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