terça-feira, 2 de agosto de 2011

Zerado.

Primeiro passo, se desgarre do talvez, dos poemas, dele, e, até mesmo de você. Zera tudo. Pule, corra, pise, passe por cima, não existe, nunca existiu. Mentaliza que o que te feriu já foi apagado, finja que você tem o dom da cura, cura sua alma e ate mesmo o seu coração. Aliança, afeto, segredo. O segundo passo? Você fazendo o primeiro consequentemente terá o segundo, o terceiro e assim sucessivamente. Eu precisei me desgarrar das músicas oferecidas em mini telas virtuais, me desligar dos encontros com falhas, dos bolos sem gosto, sem graça... Zerei.

O quarto!

A cena do quadrado meio pierrot guardado na mente, ficou só na mente, pertence só aquele diaNão teve cigarros, mas me sinto queimada por dentro. Os destroços do fim que te torna intacto no re-inicio do meio.
Triste não foi ver a loucura estampada, louco ele era, louca ela sabia ser. Triste foi ouvir que dentro da loucura não havia mais amor. Amor quente, doente, repetitivo, acabou. Tudo o que se viveu era dentro da loucura e foi loucura ate mesmo acreditar que havia amor. Amor? Ah, sim, eu me demito!